terça-feira, 20 de abril de 2010

Feliz aniversario Brsilia !!

Qual a capital do Brasil? Brasília! Ah, quem não sabe a resposta dessa pergunta, não é? Mas há detalhes na história dessa cidade que muita gente por aí não conhece...

Você, por exemplo, poderia imaginar que ela foi construída em apenas quatros anos? Sabia que foram principalmente trabalhadores vindos do nordeste, cheios de sonhos, que a colocaram de pé? Ou que Brasília foi feita para ser uma cidade diferente de qualquer outra?

Então, está na hora de descobrir isso e muito mais. Afinal, em 2010, a atual capital federal comemora um aniversário muito importante: o dos seus 50 anos!

Rumo ao oeste

Parabéns, Brasília! 2
O presidente Juscelino Kubitschek ao lado do seu vice, João Goulart, no dia de inauguração de Brasília (foto: F. Fadul/Arquivo Público do Distrito Federal).
Vinte e um de abril de 1960. Há exatos 50 anos, o então presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek de Oliveira, inaugurava a atual capital do nosso país: Brasília.

Cidade planejada, que nasceu primeiro na imaginação e nas pranchetas dos arquitetos, Brasília foi erguida para substituir o Rio de Janeiro como sede do poder brasileiro.

“O projeto de transferir a capital do Brasil para o centro do país é antigo. Ele remonta à época da colônia e do império e também está presente na primeira constituição da República, de 1891. Apesar disso, apenas começou a ser posto em prática em 1956”, conta o historiador Bernardo Buarque de Holanda, do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas (CPDOC-FGV).
Planejada, mas não pioneira
Brasília não foi a primeira cidade planejada erguida no país, mas a terceira. Cidades planejadas começaram a ser pensadas em 1897, com Belo Horizonte, e, em 1940, com Goiânia.

Nesse sentido, a escolha da região centro-oeste para sediar a nova capital federal não foi fruto do acaso.

“A ideia, defendida principalmente por parlamentares mineiros, era fazer a nova capital em um lugar central para unir o Brasil”, explica a socióloga Helena Bomeny, do CPDOC-FGV e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.


Sonhos em uma capital sem igual


Parabéns, Brasília! 3
Operários que trabalharam nas obras da Esplanada dos Ministérios durante a construção de Brasília (foto: Arquivo Público do Distrito Federal).

Assim sendo, não foi Juscelino Kubitschek quem teve a ideia de construir uma capital para o Brasil no centro do país. No entanto, para colocá-la de pé ainda em seu mandato, foi preciso correr.

“Operários, vindos principalmente do nordeste, trabalhavam incessantemente em três turnos. Ou seja, durante as 24 horas do dia, havia sempre turmas de trabalhadores a postos no canteiro de obras”, explica Helena Bomeny. “Essas pessoas vinham trabalhar em Brasília com a esperança de reconstruir a vida. Nos quatro anos da obra, viveram em condições precárias, mas não tiveram lugar na cidade quando ela ficou pronta. Sem poder arcar com o valor dos imóveis na capital federal, foram para a periferia.”

Engana-se, porém, quem pensa que esses operários ajudaram a construir apenas uma cidade. Na verdade, eles ergueram um símbolo do nosso país ao transformar em realidade a capital federal projetada pelo arquiteto Lúcio Costa, com edificações criadas por Oscar Niemeyer. Uma capital que surgiu para ser diferente de qualquer outra e que exigiu um grande investimento para ser construída. “Brasília representa o Brasil potência, um país capaz de ocupar seu território continental e também capaz de ingressar no mundo moderno”, conta a historiadora Marly Motta, do CPDOC-FGV.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Hoje é o dia do Índio


No Brasil, vivem atualmente 740 mil índios (fotos: Eduardo Giacomazzi). 
Em 19 de abril, celebra-se o Dia do Índio. Ótima oportunidade para que você se pergunte: como vivem hoje os primeiros habitantes do Brasil? Muito tempo se passou desde que os portugueses chegaram aqui e conheceram esses povos cheios de tradições. Mais de 500 anos depois, qual é o resultado desse encontro de culturas? Pegue seu cocar e embarque nessa viagem ao mundo indígena moderno!

Por toda a parte

Você, que está acostumado a pensar que os índios vivem na floresta, já os imaginou morando no meio do sertão? Ou na beira da praia? Pois saiba que isso é comum, especialmente na região Nordeste! Apesar disso, a maioria dos 740 mil indígenas encontrados hoje no Brasil habita regiões de floresta, em terras destinadas pelo governo a eles. Muitas dessas terras ficam no estado do Amazonas, mas também existem grupos indígenas nos outros estados da região Norte e na região Centro-Oeste, além do Nordeste e do Sudeste.

Nessas terras, os índios vivem em aldeias, em que geralmente eles mesmos produzem seu próprio alimento. As famílias se ajudam e as crianças são criadas livremente. Até aí, nada diferente dos indígenas que viviam por aqui há 500 anos. Mas saiba que, nesse tempo, muita coisa mudou. “Os índios não poderiam ter vivido em contato com o homem branco por cinco séculos e continuarem exatamente da mesma forma”, explica o antropólogo João Pacheco de Oliveira, do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Quer um exemplo? “É muito difícil encontrar hoje índios sem roupa em uma aldeia”, conta.

Mistureba!

Os índios atuais absorveram diversas práticas que não pertencem à sua cultura. Muitas crianças indígenas frequentam escolas, mantidas nas aldeias pela Fundação Nacional do Índio, e aprendem o português. Mas isso não quer dizer que os indígenas tenham abandonado suas tradições, como os rituais religiosos e as danças.

“A troca cultural não destrói necessariamente uma cultura”, explica João Pacheco. “É natural que a primeira reação do ser humano ao ver as tradições de outro povo seja a curiosidade e não a hostilidade. Os indígenas têm a possibilidade de praticar as duas culturas, sem se tornarem menos índios por causa disso.”

Quer ver como é possível? Quando alguém fica doente em uma aldeia, a pessoa é tratada ali mesmo. Isso porque os índios têm muitos conhecimentos para utilizar ervas e plantas no tratamento de moléstias. Além disso, existe o pajé, um curandeiro responsável por cuidar dos doentes. Mas, quando o caso é grave e não pode ser resolvido dentro da aldeia, o jeito é levar o doente a um hospital.

Nas cidades

Agora que você já conhece essa mistura cultural, não vai se surpreender tanto ao descobrir que os índios chegaram às grandes cidades. “Em lugares como Manaus e São Paulo, eles têm movimentos organizados”, conta João Pacheco de Oliveira. “Assim, conseguem manter uma vida coletiva de cooperação e promover encontros em que mantém suas atividades rituais.”
Depois de saber de tudo isso, dá para ver que pessoas de diferentes culturas podem conviver em harmonia e aprender uns com os outros. “Conviver com índios seria uma experiência maravilhosa para qualquer criança. Eles têm muito a contar e a ensinar”, garante João Pacheco de Oliveira. De fato, quem aí não gostaria de ter um amigo indígena?

Uma brasileira na NASA

Animais estranhos

Ornitorrinco  é um mamífero da família da ordem Monotremada. È um animal incomum, por algumas características bem peculiares. O ornitorrinco é mamífero, ou seja, a fêmea da espécie alimenta os filhotes com seu leite. Porém a fêmea do ornitorrinco não dá a luz aos filhotes. Ela põe ovos. Aliás, o ornitorrinco tem o bico semelhante ao dos patos, que são ovíparos.
O ornitorrinco vive na beira de rios, córregos e riachos na Austrália e na Ilha da Tasmânia. Locomove-se bem em terra e na água. É um ótimo nadador graças a seus pés palmados e a sua calda em forma de remo, podendo ficar submerso por até 5 minutos. Ao entrar na água, esse curioso animal fecha os olhos e o ouvido. Sua pele espessa o protege embaixo da água.
Para botar e chocar seus ovos, de um a três de cada vez, a fêmea cava um túnel que pode chegar a 1,8 m de profundidade, sendo que geralmente a entrada principal desse “ninho” fica embaixo da água. Os ovos medem de 2 a 2,5 cm, são moles, e parecidos com os ovos de tartarugas e cobras.
Somente enquanto está dentro do ovo, o ornitorrinco possui um único dente na ponta do bico, o chamado dente do ovo, que lhe serve apenas para furar a casca do ovo, perdendo-o logo em seguida. Ao nascer os filhotes, a fêmea usa sua cauda para puxá-los para junto de si, com o objetivo de amamentá-los. Os filhotes ficam meses no ninho, pois nascem cegos e pelados. São desmamados quando chegam a aproximadamente 30 cm.
Todos os quatro pés do ornitorrinco têm garras, e cada pata tem cinco dedos. Os machos apresentam um sexto dedo nas patas traseiras, no qual existem exporões venenosos, que o animal usa para sua defesa.
O ornitorrinco alimenta-se de vermes, girinos, moluscos, crustáceos, peixinhos e insetos que captura no fundo dos rios e córregos. Quando adultos, os ornitorrincos não tem dentes, por isso, usa as placas córneas das maxilas para a mastigação.
Pouco sabe-se a respeito da reprodução dos ornitorrincos. O que se sabe é que ele só esta preparado para a reprodução após os sete anos. Na época de reprodução, normalmente nos meses de julho e agosto, seus orgãos reprodutores, tanto dos machos quanto das fêmeas aumentam de tamanho.
Considerando a calda, o ornitorrinco pode chegar a medir 60 cm de comprimento. Ele chega a viver por 15 anos.

Curiosidades

>Como o peixe respira debaixo da água ?
* Para respirar , os peixes sugam a água até as brânquias, que são órgãos respiratórios que ficam atrás da boca do animal. Nas brânquias, o oxigênio é absorvido e passa para o sangue do peixe. O sangue leva o oxigênio para todas as células do corpo.Ao mesmo tempo, o gás carbônico que estava no sangue é transferido para a água , que sai do corpo do peixe por uma abertura na parte de trás da cabeça.

domingo, 18 de abril de 2010

Celulas tronco : o que são e categorias

As células-tronco são células primárias encontradas em todos os organismos multicelulares que retêm a habilidade de se renovar pode meio da divisão celular mitótica e podem se diferenciar em uma vasta gama de tipos de células especializadas. As pesquisas no campo das células-tronco humanas se expandiram após estudos realizados pelos canadenses Ernest A, McCulloch e James E. Till na década de 1960.


CATEGORIAS


As três categorias de células-tronco são:


-- Células-tronco embrionárias -- derivadas de blastócitos

-- Células-tronco adultas -- encontradas em tecidos adultos


-- Células-tronco da medula espinhal
No embrião em desenvolvimento, as células-tronco podem se diferenciar em tipos de tecidos especializados. Em organismos adultos, as células-tronco e as células progenitoras atuam como um sistema de reparo para o corpo, tornando a repovoá-lo de células especializadas. Como as células-tronco podem rapidamente crescer e se transformar em células especializadas com características consistentes com células de vários tecidos, como músculos ou nervos, seu uso nas terapias médicas tem sido proposta.
Em particular, as linhagens de células-tronco embrionárias, as células-tronco embrionárias originárias de clonagem terapêutica e células-tronco adultas do cordão umbilical ou da medula óssea são candidatas promissoras.

Rex investiga aquecimento global - Pequenos cientistas

Você sabia que a Orca é um golfinho ?

Elas podem chegar a ter 10 metros de comprimento, têm as costas negras e a barriga branca, uma nadadeira triangular muito alta e são encontradas em quase todos os oceanos: nos trópicos, em mares glaciais – como os do Ártico e da Antártica – e no mar Mediterrâneo. Seja onde for, no entanto, não tem jeito: as orcas são confundidas com as baleias, quando, na verdade, não passam de golfinhos.

As orcas e as baleias, de fato, são bem parecidas à primeira vista. Porém, um olhar mais atento mostra que existem diferenças fundamentais entre os dois animais. As baleias verdadeiras, por exemplo, apresentam cerdas bucais no céu da boca, algo que poderíamos comparar a uma peneira gigante ou a um grande coador, que deixa passar a água e retém os peixes miúdos e camarões, que servem de alimento para esses animais. As orcas, por sua vez, possuem dentes como todos os golfinhos. Além disso, o crânio e o esqueleto desses mamíferos aquáticos – que são bem grandes e fortes – mostram claramente que eles são bem mais parecidos com os golfinhos.

É importante dizer, no entanto, que o termo baleia é bastante amplo e significa cetáceo com dentes ou cerdas bucais (cetáceo é o nome dado a vários animais marinhos, como baleias, golfinhos e botos). Assim sendo, não está totalmente errado falar baleia orca, mas, como vimos, esses animais são mais parecidos com os golfinhos do que com as baleias.

Aliás, é para evitar confusões desse tipo que os cientistas usam um sistema de classificação muito importante. Ele leva em conta as características do animal, sua aparência, o local onde é encontrado, entre outros dados de seu organismo. Isso sim é fundamental na hora de diferenciar uma baleia de um golfinho, por exemplo, e não o modo como popularmente o animal é chamado.

Mas, mudando de assunto, quem já ouviu falar que a orca é um animal agressivo? Provavelmente, muitas pessoas. Afinal, foi feito até um filme chamado Orca, a baleia assassina . Porém, essa idéia de que a orca é agressiva não passa de lenda e tem origem no gelado Ártico. Dizem que os habitantes do lugar, os inuits e esquimós, se impressionavam ao ver as orcas atacando focas, leões-marinhos e até mesmo seus parentes, as baleias. Como todo bom conto, ao chegar a outros lugares do planeta, as pessoas foram aumentando alguns pontos da história. O resultado? Pipoca e cinema!

Como funciona o termômetro ?

Um dia, você acorda se sentindo meio quente, com o corpo mole, sem vontade de fazer nada. Põe a mão na testa e se pergunta: será que estou com febre? Para saber a resposta, só tem um jeito: usar o termômetro. Mas como será que ele funciona?

Você já deve ter notado que o termômetro tem, dentro de um tubo muito fino, um líquido prateado: o mercúrio.

Ao colocarmos o termômetro embaixo do braço, ocorre uma troca de calor entre o nosso corpo e esse instrumento. A nossa temperatura não muda, mas o termômetro, ao contrário, vai esquentando e acaba ficando com a mesma temperatura da gente. Em geral, quando algum material esquenta, ele se expande, ou seja, ocupa mais espaço. Esse é o caso do mercúrio, que vai subindo pelo tubo quando a temperatura aumenta.

- O italiano Santorio Santorio, em 1612, é considerado o inventor do termômetro, embora tenha sido o alemão Daniel Gabriel Fahrenheit quem difundiu o uso do mercúrio no instrumento em 1714 para obter resultados mais precisos.

- Há termômetros que utilizam outros compostos, como o álcool em vez de mercúrio. E há também termômetros digitais.

- O mercúrio é tóxico e perigoso se respirado. Se um termômetro de mercúrio quebrar, peça para um adulto remover todo o líquido com cuidado e descartá-lo num local apropriado para pilhas, pois ele também pode ser nocivo para o ambiente.



Quanto maior for a temperatura do termômetro, maior será a expansão desse líquido: mais alto ele vai chegar. Como no tubo onde ele está há marcações, indicando a temperatura correspondente, basta olhar ali para ver se estamos com febre ou não! Se o termômetro marcar até 37ºC, não há problema. Mas se indicar mais... É hora de ver um médico!

O mercúrio é um líquido muito apropriado para fazer termômetro porque, a cada aumento igual de temperatura, ele se expande do mesmo jeito. Ou seja, dá para fazer marquinhas igualmente espaçadas, onde cada uma representa um grau.

Sobre a vacina - Pequenos Cientistas